
A segunda exigência, que é a definição de candidaturas próprias no Rio, em São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, só será cumprida, ou não, depois de 25 de março, quando a Executiva do PSB vai analisar os acertos regionais, em especial as alianças com o PSDB. Até lá, dirigentes do PSB, munidos de pesquisas, vão tentar convencer Marina sobre as vantagens da aliança com os tucanos, em São Paulo principalmente.
Em 4 de abril, com ou sem Marina na chapa presidencial, o PSB vai fazer outro grande ato político para marcar a saída de Eduardo Campos do governo de Pernambuco e a inauguração de um comitê central de campanha em Brasília.
Embora a Rede defenda candidaturas próprias nesses estados, o PSB não abre mão da aliança com o PSDB em Minas e Pernambuco, e vai recorrer a pesquisas para tentar convencer Marina e seus companheiros da Rede de que será um risco não renovar a aliança com o governador Geraldo Alckmin em São Paulo.(Maria Lima, O Globo)
































