REDAÇÃO DO JORNAL DA MÍDIA
Enquanto a Agerba (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Transportes) anuncia que na próxima semana poderá ser lançada a licitação para a concessão do sistema ferryboat, os usuários continuam sendo atendidos por um serviço de baixíssima qualidade da Internacional Marítima, empresa contratada em caráter emegencial para operar o sistema. Com nove meses na Bahia, a companhia que o governo do Estado foi buscar no Maranhão é tida como muito pior que a antiga concessionária, a TWB, que deixou o sistema após sofrer intervenção da Agerba, em setembro de 2012.

As críticas à Internacional Marítima vêm de todas as áreas: operacional, gestão dos terminais, manutenção das embarcações e falta de ações que possam passar para os usuários confiança no atendimento. No sistema ferryboat, ninguém sabe mais quais são os horários de saída dos barcos dos terminais. A falta de embarcações causada por defeitos frequentes virou uma rotina. E as falhas operacionais são irritantes. Só duas bilheterias, de 10, atendem e a falta de troco é uma rotina. E o sistema de hora marcada acabou de vez.

A Internacional Marítima tem todo o controle das bilheterias do ferryboat. Não paga um centavo sequer ao Estado pela exploração das embarcações e dos terminais, mas não investe absolutamente nada. Como se diz por aí, é tudo 0800. Os navios que quebram agora constantemente, foram “reformados” por ela, em parceria com a baiana Lumar. As duas fizeram os serviços “meia sola” que consumiram R$ 40 milhões, segundo o governo. Os ferries começaram a ser docados para a ”reforma” em outubro do ano passado e, na época, empolgado, o secretário Otto Alencar anunciava que os baianos teriam um Verão 2012-2013 fantástico, com nada menos que sete embarcações operando. Todos os navios recuperados, quebraram um atrás do outro e os usuários tiveram uma alta estação de doer, com o sistema se arrastando, com dois ou três navios – os mesmos de hoje.
Sem se contar com os acidentes que já ocorreram desde que a Internacional Marítima chegou à Bahia, com navios ficando à deriva ou batendo no momento de atracar, é notória a falta de interesse da concessionária em zelar pelo sistema como um todo. Parece até coisa proposital: quanto mais reclamações existirem, melhor para ela porque joga o governo na parede e os cofres públicos são abertos. A situação ficou tão crítica e preocupante que o governo resolveu se manifestar, colocando um preposto dentro da Internacional Marítima para gerir o sistema e pelo menos minimizar a situação caótica atual.

Ao contrário da direção da empresa, Bruno, segundo se informa, se relaciona bem com empregados da concessionária, com os servidores da Agerba nos terminais e com segmentos de usuários da Ilha de Itaparica. Pelo menos por enquanto, está segurando a onda com resultados bem melhores que os da Internacional. “Vamos ter no mínimo cinco ferries no final de ano. A meta é essa e acho que vai tudo correr bem”. Não foi a direção da concessionária, mas Bruno quem negociou com os membros da manifestação dos cadeirantes ocorrida recentemente em São Joaquim, que protestaram pelos péssimos serviços da empresa.
Terminais Abandonados – O abandono dos terminais pela Internacional Marítima impressiona, principalmente o de Bom Despacho, onde existem muros caídos há mais de três meses, a buraqueira é total e o mato tomou conta de quase tudo. A impressão que o turista que quer chegar a Salvador por mar tem é que na Bahia não existe governo e que os serviços públicos não são fiscalizados. Impressão ou realidade?
Na segunda-feira (16), na fila de veículos do Terminal de Bom Despacho, um usuário chamou um funcionário da concessionária do ferry para mostrar o matagal da área destinada às pessoas que esperam em seus carros o momento de embarque. E o rapaz foi curto e grosso: “Olha aqui de quem é a culpa, olhe”, disse mostrando a marca da Internacional estampada na camisa amarela que vestia. E arrematou: “A culpa é dela e mais ainda do governo que fica espalhando que essa empresa é melhor que a outra. Isso não existe. Tudo está abandonado e ninguém toma uma providência”.
Até os comerciantes de lanchonetes instalados nos terminais têm queixas e são unânimes em afirmar, agora, que a TWB era muito melhor que a Internacional. “Eles (os donos) cobram muito bem, mas não gostam de pagar. Estão me devendo R$ 600 em lanches e não dão qualquer satisfação”, disse um deles ao JORNAL DA MÍDIA.
Espera-se que na nova licitação para a concessão do sistema ferryboat, que pode ser lançada semana que vem, segundo Eduardo Pessoa, diretor da Agerba, o governo tenha critérios melhores para a escolha de quem vai gerir o sistema. Essa empresa que aí está parece queimada. Os erros cometidos são sucessivos e os serviços pioraram. Talvez seja a Internacional a pior concessionária que já passou pelo ferry. Desde que concedeu o sistema à iniciativa privada, em 1996, o governo vem gastando cerca de R$ 100 milhões a cada intervenção. Foi assim na saída do Comab, na intervenção da Kaimi, em 2003 e na da TWB em 2012. Seja como for, o cidadão não pode continuar pagando a conta pela incompetência de alguns . Incompetência e interesses outros.




























Nenhuma novidade e é o usuário que paga o pato mesmo. Todo mundo já tinha avisado que os navios iriam quebrar com pouco tempo, serviço mal feito por gente sem qualificação para tal. E o mais grave é p governo botar dinheiro do povo numa porcaria dessa.
Isso aí dessas fotos é até besteira mostra o descaso mas o pior mesmo é o que acontece no salão de passageiro com mais de duas mil pessoas, uma latinha de sardinha, com povo de espremendo e a Capitania dos Portos fechando os olhos. A situação sempre foi caótica, todo mundo está cansado de saber que essa empresa é pior mil vezes mas o governo demente nada faz. Infelizmente eu uso esse porcaria do ferry todo dia e pego fila todo dia pra comprar passagem uma esculhambação só.
Sobre a depenação dos ferrys eu sugiro que peguem os comentários de um ano do leitor chamado VITAL e leiam com cuidado. o mesmo já alertava que tudo isso de hoje iria acontecer porque ninguém entende nada e é pura incompetência. O pior vai ser quando acontecer um acidadente grave aí vão correr atrás do preju.
A culpa é do Povo idiota que vota nessa gente. Votem pais no PTralhas que vocês vão ver, oh gente ignorante meu Deus.
Para mim fica uma pergunta. Onde está o dinheiro que a Agerba diz que colocou no ferry boat.
Era tudo uma farsa ! A internacional é uma TWB piorada.
O ministério público tem que investigar a ligação da Agerba, de Eduardo Pessoa e do Interventor com os gastos da intervenção.
Para onde foi para este dinheiro ?
Será que a Internacional, que vem presando um péssimo serviço ao cidadão vai ganhar a licitação ?
Cadê as passagens com Hora Marcada, o cartão SIBE, a internet???
A lógica aplicada foi, para que melhorar se podemos piorar !!!!
Zé Henrique tá certo, esse pessoal do Dem, do ex-PFL é triste, começaram com a bagunça e continuam nela. Sai governo entra governo e eles continuam lá na boquinha do governo. O cara agora vai ser senador, o ex-PFL.
Sr. Fedegoso, tô no celular. Quando chegar com calma respondo. Oto Alencar é todo seu. Vcs quem importaram ele do PFL. Foi eu não.
Srs,
essa era uma tragédia anunciada, a Internacional não foi prestar um serviço a população baiana, foi sim ganhar dinheiro e isso, ela sabe fazer bem, mas os maiores culpados são os governantes, que colocam a agencia reguladora, pessoas ineficientes e sem competência para realizar a única tarefa, que é fiscalizar e exigir um serviço digno. Infelizmente, tenho que dizer algo..” to com saudades da TWB”.
Tá vendo só seu Zé Henriques, é a sua turma que faz os diabos, a sua turma do pefêlê, atual pécêbê, aquela veia turma do cabeça branca que num pode ver dim-dim que se ouriça toda.
Coitado do veio cabeça branca, se fosse vivo tinha morrido de raiva de ver a cumpanheirada toda vendida por coisas de bagatelas e debandada pro lado do outro. Se vexe não seu Zé Henriques, são tudo safado mesmo. Gente ruim. Gente ordinária! Só ocê que presta; os seus amigos num vale um pó de bufa.
Seu Zé, quero ver se vc é mesmo o porreta que diz ser. O seu prefeito, o Netinho, tá mandando mais de 1.400 pessoas pro olho da rua, todos eles da ex-Pierre Bordieu. Vc sabia disto? Ah! Mas não vai mandar aqueles que arrajarem padrinhos, vc sabia disto? Ah! Seu Zé! Tem mais. Se o padrinho for um político o dito cujo mantém-se no carguinho de bosta, sabia disto? Estão jogando com a miséria do povo? Pois é! O ex-PFL não muda o jeito de fazer política. Que acha disso seu Zé Henrique? Linguarudo de uma figa é o que pensa que eu sou, né!
Eu me mato com isso uma picaretagem total gente se vendendo por tudo. Vc Fedegoso sabe quando amanhã ou depois os jornais colocar na manchete INTERNACIONAL MARÍTIMA ABANDONA O FERRYBOAT….
Vc sabe Sr Fedegoso o que é isso. ? Vão pensar que é uma coisa grande. Somente seis empregados da empresa. É isso que é a Internacional Marítima na Bahia. Seis gatos pingados e quando eu vejo o governo falando, Ah mas é uma empresa de experiencia…só seis empregados o resto tudo é da Bahia.
Aí Jornal da Mídia vale ou na a lembrança? eu mandei pra o Facebook de vcs.
Esse Fedegoso é um petista daqueles bem escroto mesmo.
O fato de Otto estar com o PT até parece que foi forçado. O líder espiritual de Fedegoso, o LULA, aquele que nada viu e nada sabe, mas que se beneficiou do esquema do mensalão, tem amigos importantes: Sarney, Collor, FHC, Renan e toda a corja de bandidos.
Aliás, pelas palavras do FEDÊ, nota-se que ele faz parte da súcia. Como ele defende os seus comparsas.
Como já foi bem analisado, a decisão do Governo da Bahia em decretar a intervenção para retirar a TWB foi acertada, pois havia quebra de contrato por parte da concessionária.
Entretanto, já que a Agerba estava administrando o sistema, por que não conduziu diretamente o processo de recuperação das embarcações?
Por que o Governo da Bahia resolveu burlar a Lei de Licitações ao decidir unilateralmente pela Internacional Marítima/LUMAR para que essas empresas fossem responsáveis pelas operações e recuperações das embarcações?
Mais grave ainda é que o governo da Bahia não atentou aos princípios que regem o Direito Administrativo, pois não observou o princípio da igualdade, da economicidade e outros princípios.
O Governo da Bahia em vez de promover um processo licitatório para contratar empresas com capacidade técnica para as recuperações das embarcações, resolve colocar essas empresas, na certeza da impunidade e agindo como se tudo isso fosse deles.
O estranho é que depois do Governo nomear essas empresas, resolve colocar mais de 40 milhões de reais dos contribuintes na conta deles, sob a justificativa imprestável que iriam recuperar os ferries. Mas o que vimos em pouco tempo foram as embarcações “recuperadas” apresentando os mesmos problemas que tinham antes da chamada recuperação pela LUMAR.
Nitidamente é que houve um transferência de recursos públicos para o privado de forma irresponsável e sem prestação de contas.
O governo da Bahia, com essa decisão, resolver queimar literalmente o dinheiro dos contribuintes, ou quem sabe, uma verdadeira lavagem de dinheiro.
Mais agravante ainda é que a TWB mesmo depois de afastada pelo governo por quebra de contrato, recebeu cifras milionárias do Governo da Bahia…Qual foi a razão disso?
O Ministério Público Federal que conduziu à cadeia os mensaleiros, precisa investigar seriamente esses fatos.
Há fortes indícios de Fraude à Licitação, desvio de dinheiro público, formação de quadrilha e outros crimes.
Faz-se mister investigar quem no governo da Bahia tomou essas decisões e investigar as verdadeiras razões que levaram a optar por duas empresas amadoras e que nunca comprovaram capacidade técnica com registros no CREA-BA para os serviços de manutenção naval. Isso é extremamente grave e põe em risco a democracia e o Estado de Direito, por desprezar os preceitos legais constantes no Ordenamento Jurídico Brasileiro.
Cada centavo do dinheiro dos contribuintes que foram gastos pela LUMAR e pela Internacional Marítima precisa ser investigado a sua aplicação, inclusive com notas fiscais que possam comprovar a aquisição de peças novas e originais.
Por fim, precisa investigar o por que dessas empresas.
Eh! Acho que vou mudar de posição. Vou aplaudir a dona Nandinha, sem me esquecer de que é vital que está certo quem diz que essa prática de comprar sem licitação é jeito velho de se fazer caixa para campanha política. Na época do cabeça branca funcionava assim. Dizem que a coisa se passa de pai pra filho, quando até o neto também detesta licitar.
Ah! A tal da Fidecapi também já chegou no município do neto do velho da cabeça branca. Vai auditar o quê? Será que vai auditar a Ong Pierre Bourdieu? É tanta cabeça branca dando aula que até me pergunto: para ser governo é vital que se tenha careca branca? Ou não é vital ser cabeça branca para ser governo? Não vale responder que cabeça branca é a pqtp. Sejam educados. Beijos! Fedegoso, o único.