
O crime ocorreu no interior de um sítio, onde Caíque e mais dois comparsas, conhecidos apenas por “Camilinho” e “Rílson”, depois de matar a vítima, enterraram o corpo num matagal próximo. Informações colhidas na região levaram os policiais ao traficante, hospitalizado em virtude de uma facada no pé durante uma briga.
O crime foi motivado pela disputa por pontos de venda de droga na localidade. Caíque foi encaminhado ao Núcleo de Prisão em Flagrante (NPF) e teve o flagrante convertido em preventiva. O delegado Odair Carneiro, titular da DHM, vai solicitar a prisão preventiva dos outros dois envolvidos, ainda procurados pela polícia.





























