
A adolescente havia fugido de casa, em Simões Filho, dois meses antes de ser assassinada no Loteamento Malícia, por se recusar a fazer sexo anal com Capenga e com os comparsas Uéslei dos Santos Farias, 18, e Eduardo Pitanga dos Santos, 23, já presos, e Jônata Rodrigues Santos, 18, irmão de Capenga e ainda foragido. Ela recebeu 15 facadas nas costas e uma no tórax e teve o corpo abandonado na área do loteamento, localizado nas imediações de um antigo “Pesque-pague”, na manhã seguinte ao delito.
Capturado 22 dias após o crime, Uéslei afirmou que Renata costumava receber drogas em troca de sexo, versão confirmada por Eduardo, preso no mês de outubro, depois de assaltar um posto de combustíveis, em Água Fria. Capenga também ratificou a informação, ao ser interrogado pela titular da 26ª DT, delegada Danielle Monteiro.
































