
No entanto, para o promotor Davi Gallo, do Ministério Público do Estado (MP), as afirmações de Habib são “infundadas”. Ontem, tanto Gallo quanto o promotor Nivaldo Aquino voltaram a ser designados para o caso. “O laudo não diz que não houve colisão, mas que não é possível determinar o exato momento da colisão”, afirmou Gallo, que trabalhará com o promotor Cássio Melo, da 1ª Vara Criminal.
Davi Gallo e Nivaldo Aquino acompanharam o inquérito policial, mas a denúncia do MP à Justiça foi formalizada pela promotora Armênia Santos, escolhida por sorteio. Quando o caso chegou à 1ª Vara, passou para as mãos de Melo. A médica Kátia Vargas foi denunciada por duplo homicídio triplamente qualificado.
Na denúncia do MP, constam dois qualificadores do crime: perigo comum e impossibilidade de defesa. “Ela não foi indiciada por motivo torpe (intenção de vingança). Esse foi o entendimento da promotora Armênia, mas eu entendo que há esse qualificador”.(Correio)




























