Agência ANSA
Berlim – Entre as cerca de 1.500 pinturas confiscadas durante o período do nazismo encontradas recentemente na Alemanha estão obras primas até então desconhecidas de pintores como Marc Chagall.
Trabalhos até então considerados perdidos de Pablo Picasso e Henri de Toulouse-Lautrec, entre outros, também foram achados em um apartamento em Munique no ano passado.
A coleção ainda conta com obras de mestres como Renoir, Matisse, Nolde, Macke, Courbet, Beckmann, Liebermann e Dix. A mais antiga das peças remonta ao século XVI.
Todas as obras estão conservadas em bom estado. De acordo com dados das autoridades locais, 121 quadros estavam emoldurados e 1.285 se encontravam sem moldura. A residência onde foram encontrados os quadros pertencia a Cornelius Gurlitt, de 79 anos, filho do negociador de arte Hildebrandt Gurlitt, que atuou durante o nazismo.
Segundo os jornais, as obras são avaliadas em mais de 1 bilhão de euros (R$3 bilhões). (Ansa Brasil)




























