
Segundo Wagner, ninguém pode acusar Rui de não saber, palmo a palmo, todas as funções que lhe são delegadas. Muito menos desconsiderar que o petista tem se esmerado para aparecer como uma figura que tem liderança e capacidade de sedução quando confrontado com situações que exigem as duas qualidades, do ponto de vista da aparência, mais requisitadas num político que deseja assumir disputas majoritárias, a exemplo do governo do Estado.
Por falar em Rui Costa, o pré-candidato ao governo do Estado pelo PT deve se reunir esta semana com outras lideranças de partidos aliados com as quais não teve tempo de conversar na semana passada, quando iniciou o périplo destinado a remover pequenos obstáculos à aceitação de seu nome como candidato do grupo governista à sucessão de 2014.































