CLÁUDIO HUMBERTO
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Nenhuma das seis penitenciárias de Brasília, com seus 12,3 mil presos, dispõe de bloqueadores de celulares, segundo o Infopen, sistema de informações do Departamento Penitenciário Nacional. Isso coincide com a volta do golpe do “trote do seqüestro”, aplicado por presidiários contra brasilienses. O titular da Vara de Execuções Penais do DF, Ademar Silva de Vasconcelos, tem tantos problemas no sistema, inclusive superlotação, que considera bloqueadores “artigo de luxo”.
Leve recordação – O subsecretário do Sistema Penitenciário do DF, Cláudio Magalhães, até “lembra” que já houve interesse em bloqueadores. Já não há.
Grandes aliadas – A má cobertura das empresas de telefonia se transformou na única “garantia” de que celulares não funcionam no complexo da Papuda.
Os confiáveis – O governo do DF confia num “scanner do corpo” para barrar a entrada de celulares. Confia também da seriedade de agentes, advogados etc. (Coluna de Cláudio Humberto)






























