
Com prisão temporária já convertida em preventiva pela Justiça, Veinho foi apresentado à imprensa, nesta terça-feira (24), no auditório do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Pituba, pelos delegados Klaudine Passos, titular da 3ª Delegacia de Homicídios (Baía de Todos os Santos), Guilherme Machado, coordenador dos NRCNs/Denarc, e Heleneci Nascimento, da 3ª Delegacia Territorial (Bonfim), cuja unidade também apoiou as investigações.
Depois de localizado e flagrado na avenida Beira Mar, na Ribeira, na sexta-feira (20), com um revólver calibre 38, municiado, Veinho foi conduzido ao DHPP e ouvido em seguida pela delegada Klaudine Passos. O traficante confessou que fora convidado a participar do delito na companhia de outros três criminosos, dois deles identificados pelos apelidos de “Monza” e “Tchola”, e um terceiro, cujo nome seria Josuel dos Santos, o “Wendel” ou “Coquita”. Como pagamento, disse que receberia 20 balinhas de crack das mãos de Wendel, apontado como líder do grupo e suspeito de envolvimento em vários homicídios na Cidade Baixa.
Dois irmãos de Ruan, Alex Antônio e Diego Santos dos Santos, foram mortos pelo bando em julho de 2011 e agosto de 2013 respectivamente. Os homicídios ocorreram depois que Wendel constatou ser falsa a corrente de prata comprada em mãos de Alex. Temendo uma vingança, além de Alex, executou Diego posteriormente e Ruan agora. Com prisões preventivas já decretadas, o trio – Wendel, Monza e Tchola –, juntamente com um adolescente que participou da ação, está sendo procurado. Autuado em flagrante por porte ilegal de arma e associação ao tráfico, Veinho já está no presídio.






























