
O Al-Shahab já havia ameaçado atacar o shopping no passado. O grupo vem promovendo uma série de ataques no Quênia desde 2011, quando tropas quenianas entraram no sul da Somália para combater os militantes no país vizinho. Uma testemunha, que falou à BBC por telefone de dentro do centro comercial, disse que o local parecia “uma zona de guerra”.
“Eu e minha mulher havíamos saído do banco do shopping e estávamos sentados em um café quando, de repente, ouvimos tiros sendo disparados do térreo e do primeiro piso”, disse Surajit Borkakoty.
Tiros esporádicos ainda podiam ser ouvidos horas após a invasão do shopping center, frequentado pela elite local e por estrangeiros em Nairóbi. No início da noite, a situação no local ainda era incerta. Segundo a polícia, um dos suspeitos pelo ataque estava sob detenção em um hospital.
A segurança foi reforçada em toda a cidade, e muitas lojas e supermercados decidiram fechar as portas por precaução. No início da noite (início da tarde em Brasília), o secretário da Segurança Interna Mutea Iringo afirmou que o governo estava “completamente no controle” da “situação muito grave” e que não cederia “na guerra contra os criminosos armados”.
Segundo Iringo, as forças especiais de segurança estavam dentro do shopping center, “retirando os civis e procurando pelos criminosos”. Testemunhas disseram que os homens vestindo roupas negras e com suas cabeças cobertas por cachecois entraram no shopping center Westgate no início da tarde deste sábado. (BBC Brasil)





























