Agência ANSA
Cidade do Vaticano – O papa Francisco encorajou os fiéis a ajudarem as pessoas refugiadas, ao visitar nesta terça-feira (10) o abrigo Centro Astalli, em Roma.
No local, o Pontífice se reuniu com um grupo de refugiados, a maioria deles africanos, e agradeceu-os por defenderem “a própria dignidade e, principalmente, a dignidade humana”.
Em um discurso, Francisco disse ainda que “não basta dar o pão, é preciso acompanhar essas pessoas”. “Muitos de vocês são muçulmanos, de outras religiões, vindos de vários países e de diversas situações. Não devemos ter medo das diferenças. Vivemos a fraternidade”, destacou.
O Papa sugeriu ainda que a Igreja Católica coloque conventos ociosos à disposição dos refugiados. “Para que servem à Igreja os conventos fechados? Os conventos deveriam servir à carne de Cristo, e os refugiados são a carne de Cristo”, afirmou.
A proteção aos refugiados tem sido um apelo constante do Pontificado de Francisco, eleito em março deste ano. Sua primeira viagem oficial como Papa foi à ilha italiana de Lampedusa, que recebe anualmente milhares de embarcações com cidadãos de outros países.
Na ocasião, ele disse que os refugiados e imigrantes eram “uma pequena realidade, mas ofereciam um exemplo de solidariedade”. (Ansa Brasil)



























DUAS MARIAS. A primeira, de Nazaré, já contava com a confiança total de Deus aos 16 anos, ou vocês pensam que seria fácil ver um filho inocente, na cruz. A segunda, de Magdala, foi o apóstolo mais amado de Jesus, o 13.o. Hoje muitos remunerados da fé se titulam “Apóstolo” , mas as pessoas portadoras de sólidos conhecimentos sabem que o estágio civilizatório da fé é apenas um degrauzinho acima da vida selvagem, para a qual pode-se resvalar com facilidade e resvala-se muito amiúde, até mesmo entre estes “sobre-humanos” que se dizem em “Missões diretas com Deus” a salvar nossas humildes alminhas. Assim há sempre um anunciador da vicária salvação esquentando o banco dos réus. Voltando às amadas MARIAS verificamos que ao tempo delas a coragem feminina na hora da “chapa quente” como soe acontecer, nos períodos ditatoriais, supera de longe a valentia dos “machos” , pois enquanto um apóstolo traiu, ou cumpriu uma ordem, outro negou Jesus e o restante escafedeu-se, as benditas Marias permaneceram firmes. Foi por isso que Deus escolheu aquela Maria, foi por isso que Jesus escolheu aquela outra Maria. É por isso que cremos que agora que Jesus se deificou e com um Deus não se pode falar , restou-nos o que ele em sua missão, prometera, um Consolador. Pra nos esse Consolador, não é outro, senão a própria MARIA, a de Nazaré. Os cristãos certamente concordarão. O religiosos, não. Pra nós isso tem sido um indicativo inequívoco de que Jesus não pode estar em religião alguma, mas está de forma perene no cristianismo verdadeiro, sinalizado por um anjo chamado MARIA.