CLÁUDIO HUMBERTO
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O chanceler Antonio Patriota não recusa chance de mostrar como a política externa é feita à sua imagem e semelhança: cabisbaixa e submissa diante da arrogância da Venezuela e das desfeitas da Argentina e do regime de Evo Morales.
Em março, por exemplo, Evo criou um pretexto para inviabilizar o salvo-conduto ao senador Roger Molina, vetando na mesa de negociações o embaixador do Brasil em La Paz, Marcel Biato. Em vez de prestigiar o colega diplomata, Patriota cedeu ao cocaleiro.
Processo nele – O presidente da OAB-DF, Ibaneis Rocha, foi direto ao ponto: Patriota deveria ser processado por omissão, no caso do senador asilado. (Coluna de Cláudio Humberto)
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