
Em política, diz-se, não existe espaço vazio, que é ocupado tão logo ocorra. Assim é a sucessão no Esporte Clube Bahia, que deixa de ser um feudo do deputado Marcelo Guimarães Filho e passa a um grupo de influência que tem no seu vértice o governador Jaques Wagner.
A decisão já está tomada: o presidente-tampão do Tricolor de Aço será Fernando Schmidt, secretário estadual de Relações Internacionais, com o apoio do diretor da CBF Virgílio Elísio, que retirou a candidatura para disputar o cargo em 2014.
Mas o projeto já está definido: o presidente a ser eleito no próximo ano é o publicitário Sidônio Palmeira, principal articulador do movimento para “retomada” do Bahia e dono da Leiaute, agência que presta serviço ao governo do Estado.
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O pleito, de antemão, promete. Além dos dois candidatos citados, deverão concorrer o engenheiro Rui Cordeiro e o radialista e empresário Antonio Tillemont. Cordeiro demonstrou prestígio com a torcida na festa de sábado, talvez pelo firme enfrentamento a Marcelinho, tendo sido até agredido por aliados do ex-presidente.
Com a força das velhas bases – Torcedor que compareceu sábado à Fonte Nova, para a eleição que determinou os novos rumos do clube, ficou surpreso com a quantidade de antigos militantes do PCdoB da geração de Sidônio na Universidade Federal da Bahia, no final da década de 70.
Em pleno regime militar, o partido ainda estava na clandestinidade, e o grupo pontificava na política estudantil com o apelido de “cururus”. O publicitário chegou a fazer parte da chapa ao DCE de uma “cururu” de respeito, a hoje senadora Lídice da Mata (PSB). (Por Escrito)
































Ao que parece o PT já dominou a Bahia com “cumpanheiros”, e agora querem o ECB para colocar mais “cumpanheiros”. Só espero que não resolvam trazer jogadores cubanos.