Na Bahia, a explosão da violência é culpa do crack. Jaques Wagner, seus secretários e a propaganda oficial repetem isso exaustivamente, num blá-blá-blá interminável, nada convincente e que não se sustenta na realidade e tampouco no bom-senso. Tentam nos convencer de que o crack é um produto genuinamente baiano, que só existe aqui – uma espécie de arrocha do mundo das drogas.
Não, não é não Wagner. São Paulo tem crack. Tem até uma cracolândia por lá, governador. Rio também tem crack. Rio e São Paulo reduziram a violência. Como? Com investimentos, gestão e bons projetos. AQUI).
































Ué! Alguém tem alguma dúvida sobre quem deixou o crack chegar à Bahia? É muita “cara de pau”…