As principais centrais sindicais chegam divididas ao “Dia Nacional de Lutas” em relação ao apoio ao governo Dilma Rousseff. O movimento, que coloca os trabalhadores na rota de protestos, promete paralisar São Paulo e algumas das principais cidades do país amanhã.
Os trabalhadores fizeram uma série de reuniões para definir uma pauta comum de reivindicações, mas temas sensíveis ao governo Dilma como o plebiscito e o combate à inflação dividem os líderes sindicais.
A falta de consenso resultou na inclusão somente de assuntos de interesse direto dos trabalhadores, como a redução da jornada, o fim do fator previdenciário e ainda o combate à terceirização dos postos de trabalho.
A CUT (Central Única dos Trabalhadores) queria o apoio das demais centrais à consulta popular para uma reforma política, encampada pelo PT e pelo governo. Mas sindicalistas ligados à Força Sindical e à CSP-Conlutas vetaram a ideia. A CUT levará a proposta isoladamente.
Por outro lado, as duas centrais de oposição querem debater o combate à inflação e defendem mudanças na equipe econômica. “Vamos pedir a cabeça do ministro Guido Mantega. Queremos mudança na política econômica e redução na inflação, que corrói o salário do trabalhador”, disse Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical.
“O problema não é o ministro. É o governo que privilegia o interesse dos bancos, das empresas, do agronegócio, e não o dos trabalhadores”, disse José Maria de Almeida, coordenador da CSP-Conlutas e presidente do PSTU.
A CUT nega que defenda a proposta do governo, mas confirma que é a favor da consulta popular sobre temas de interesse da sociedade. (Toni Sciarreta e Daniela Lima, da Folha de São Paulo)
































O Brasil não via protestos tão numerosos desde 1992, realizado quando a população foi às ruas para pedir o impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello!
A Anarquia que impera em Direitos Adquiridos pelo Governo Federal contra o Decreto-Lei N.º 5.452, CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO em 1º de maio de 1943. O Fator Previdenciário contra as Aposentadorias, quem decide esta imposição são Deps. Arlindo Chinaglia, Candido Vacareza e a Ideli Salvati todos do PT, com a anuência da CGT; CUT e uma infinidade de Sindicatos ao comando da Presidência.
A CUT E SINDICATOS DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS devem programar manifestações a nível nacional e imporem ao Congresso Nacional que considere como CRIME HEDIONDO; ALTERAÇÕES EM DIREITOS ADQUIRIDOS DOS TRABALHADORES através do Decreto-Lei N.º 5.452 – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO (CLT);
Único modo de aprovarem com Educação e Respeito; o Fim do Fator Previdenciário ainda antes das Eleições para o Segundo mandato da Presidência da República, pois demonstram que Sindicatos de Operários normalmente são Massa de Manobra no Jogo Político.
Não esperem a reeleição para Presidência até o ano de 2014; (dois mil e quatorze), pois teremos mais 4 anos de PROMESSAS ATÉ A ELEIÇÃO para Presidência em “2018” dois mil e dezoito!
A relação com Operários usados na coleta de mensalidades ou do Imposto Sindical “que sempre foram massa de manobra” dos Presidentes dos Sindicatos e Confederações de Trabalhadores agindo e patrocinando interesses pessoais para uma Corja; que esquecem suas propostas sindicais ao assumirem Cargos Políticos.
Com o a gestão fraudulenta contra os Aposentados por tempo de serviço no INSS, a Quadrilha da Presidência da República gerando vítimas em Direitos Adquiridos na maior Fraude/Calote ou Roubo em Contribuições Previdenciárias ao INSS; dos Trabalhadores;
O fator previdenciário foi introduzido no Brasil por uma quadrilha que fazem jus ao apelido de pelegos; Pois antes eram Sindicalistas ou Presidentes de Sindicatos de Categorias dos Trabalhadores, Exilados Políticos, Terroristas e hoje exercem as funções de Vereadores, Prefeitos, Deputados Estaduais / Federais, Senadores, Ministros, Governadores de Estados ou Ex. Presidentes da República.
DESCUMPRINDO DIREITOS ADQUIRIDOS: CRIAÇÃO de Redutor com o Fator Previdenciário nas Aposentadorias; Obra de Fernando H. Cardoso (PAI), Luiz I. Lula da Silva (PADRASTO) – e Dilma Rousssef (MADRASTA) na imposição da Lei que criou o Fator Previdenciário em Detrimento aos Direitos Adquiridos com o Decreto-Lei N.º 5.452, quando foi aprovada a CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO em 1º de maio de 1943.
Vamos acabar de uma vez por todas com esse Fator Previdenciário.
Entre no Google, busque por: AVAAZ FATOR PREVIDENCIÁRIO.
Acesse o primeiro link e vote na Petição Pública.