
Segundo Duda Sanches, a maioria dos esquemas em pirâmide tira vantagem da confusão entre negócios autênticos e golpes complicados, mas convincentes, para fazer dinheiro fácil. “A ideia básica por trás do golpe é que o indivíduo faz um único pagamento, mas recebe a promessa de que, de alguma forma, irá receber benefícios exponenciais de outras pessoas como recompensa. Um exemplo comum pode ser a oferta de que, por uma comissão, a vítima poderá fazer a mesma oferta a outras pessoas. Cada venda inclui uma comissão para o vendedor original, mas conforme vemos não há benefício final; o dinheiro simplesmente percorre a cadeia, e somente o idealizador do golpe ou, na melhor das hipóteses, umas poucas pessoas ganham trapaceando os seus seguidores”.
Portanto, para o dirigente pessedista é preciso uma jurisprudência nacional que possa coibir essa fraude que tem disseminado patrimônios e o Congresso Nacional precisa se posicionar, no que tange à fiscalização e até suspensão das atividades dessas empresas que nascem como febre no país”, destacou, complementando confiança nos deputados baianos em contribuir para tornar o objetivo realidade.





























