CLÁUDIO HUMBERTO
* As informações e opiniões publicadas nesta coluna são de responsabilidade exclusiva do autor e, necessariamente, não refletem a posição do Jornal da Mídia.
O cabo João Dias Ferreira, da Polícia Militar do Distrito Federal, que protagonizou alguns escândalos e várias arruaças em Brasília, foi aposentado nesta quinta-feira por invalidez permanente. Ele foi julgado “incapaz indefinidamente” para o serviço policial militar, após uma sequência de exames de suas condições mentais.
Ele ficou conhecido como o principal delator e beneficiário do esquema de corrupção envolvendo o programa “Segundo Tempo”, do Ministério dos Esportes, onde recebeu muito dinheiro destinado à sua ONG, de estímulo ao esporte, e acabou acusado de usar esses recursos para morar em uma casa de luxo e manter em sua garagem vários carrões importados, dos modelos Camaro e BMW.
Na ocasião da queda do ex-ministro do Esporte Orlando Silva, ele afirmou que o ministro havia renegociado a sua “taxa de retorno” de 30% para apenas 6%.
Dias foi o responsável pela arruaça que promoveu ao invadir o Palácio do Buriti, sede do governo do DF, a pretexto de “devolver” R$ 150 mil que lhe teriam sido enviado pelo então secretário de governo Paulo Tade, ex-deputado federal pelo PT e atual conselheiro do Tribunal de Contas do DF.
Ele invadiu o prédio, agrediu uma funcionária e outros servidores (chegou a quebra o dedo de uma das mãos de um segurança) e despejou uma mala com o dinheiro. Foi preso. (Coluna de Cláudio Humberto)





























