Na quarta-feira, enquanto o governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o prefeito Fernando Haddad (PT) anunciavam, constrangidos, o cancelamento do reajuste no transporte, começava a ganhar corpo no comando do PT a ideia de tomar as ruas no dia seguinte, numa tentativa de reverter a imagem de partido vilão dos protestos.

Com a presidente Dilma Rousseff e o próprio Haddad entre os principais alvos das manifestações, não é difícil entender porque o PT acabou sendo o mais hostilizado.
Na quinta, conforme o plano petista, alguns grupos de simpatizantes da sigla saíram de vermelho com suas bandeiras para se juntar à manifestação convocada para a avenida Paulista. A ideia era “comemorar” a redução das tarifas. O resultado foi um quebra-quebra entre os manifestantes em que os petistas, justamente por estarem de vermelho, ostentando símbolos da legenda, levaram a pior.
O ato simbólico mais revelador da derrota petista foi protagonizado pelo presidente nacional da sigla, o deputado estadual Rui Falcão, de São Paulo.
Na própria quinta, enquanto militantes da sigla ainda apanhavam na rua, Falcão retirou de sua conta no Twitter a mensagem do dia anterior com a hashtag #OndaVermelha. O chamamento que convocava a militância petista para a reação simplesmente desapareceu.
Antes do conflito das bandeiras na Paulista, o historiador Lincoln Secco, autor de livro sobre a história do PT, já tinha uma conclusão sobre a repercussão dos protestos no interior da legenda: “A direção do PT está em pânico”.
“É a primeira vez que o PT precisa enfrentar um movimento de massas”, constata Secco. “Embora não seja só contra o partido, é contra ele também. Contra alguns de seus governos. Isso é inédito.” O PT, diz Secco, não enfrentou esse tipo de problema em 2005, quando o do mensalão veio à tona, porque os protestos convocados contra o governo Lula “não pegaram”.
“Acho que só pelos erros que o Haddad cometeu, isso é um indício que a direção do PT está em pânico. Não sabe o que fazer”.
Para o pesquisador, os protestos serão lembrados como um marco para a sigla. “O que se viu nesses dias foi um partido que envelheceu distanciado da juventude, de novos movimentos sociais. Controla os antigos, mas não inova.”
Entre os erros de Haddad, Secco cita o fato de o prefeito ter autorizado o aumento da passagem de ônibus antes de cumprir a principal promessa de sua campanha, o bilhete único mensal. Lembra também que, ao ficar dando ênfase para um aumento abaixo da inflação, não percebeu que as pessoas não estavam preocupadas com o índice de preço, mas com o aumento em si, qualquer que fosse o reajuste.
Se há um consolo para o partido, está no fato de não parecer existir no atual cenário político nenhuma sigla concorrente em condições de lucrar com os movimentos que tomaram as ruas.
“A partir de um momento, todos políticos deram declarações elogiosas ao movimento: Dilma, Aécio, Eduardo Campos e Marina Silva. Mas eles não têm condições de ir para a rua e dizer isso. Estão disputando a leitura do movimento, não a direção.” (RM) (Folha)
































Era a minha opinião desde que começaram as manifestações. Nada de vermelho. Temos que usar as cores do nosso País, da nossa bandeira. Estou orgulhosa.
DURA LEX, SED LEX
VEMOS que a danada da sepente sobreviveu ao PARAÍSO BÍBLICO. Vejam o que os religiosos estão querendo: Uma PEC, a 99 que fulminaria o nosso atual ESTADO LAICO. E alguém, minimamente esclarecido, duvida que é bem ao estilo dessa gente querer, com a PEC 33, submeter o nosso valoroso Supremo Tribunal Federal a esse atual e malfadado Congresso Nacional e com a PEC 37, “manietar e amordaçar” o nosso grande defensor, o Ministério Público? E cuidado, com essa imprensa andar dizendo que nessas manifestações DO VERDADEIRO POVO DE DEUS, só houve 1.000.000 de pessoas! Pra nós houve de 20.000.000, PRA CIMA!!!
Numa democracia, a religião terá de ser, para os religiosos e não pode viver nesse crescente invasivo que vive, desde que DESDE QUE DONA DILMA, SE ELEGEU PRESIDENTA.. Se fôssemos antidemocráticos, como soe acontecer entre religiosos já estaríamos propondo a PEC 100, confinando a religião aos limites da IGREJA e das moradias dos religiosos. Fora disso, Lei pastor Marcos Pereira, em todo recalcitrante.
Querem dominar tudo e tem as seguintes armas:
Eles querem o povo longe das decisões, vão tentar enrolar e empurrar com a barriga. Querem controlar a imprensa (projeto bolivariano de hugo chaves), excluir o MP de investigações para facilitar a corrupção e dar poder aos governadores perseguirem os inimigos (PEC 37), subjugar o STF para aprovar tudo que é inconstitucional (PEC 33) e depois reinar absolutos por cem anos.
Enquanto isto empregaram toda a turma nos 39 ministérios e se necessário criarem mais 39.