CLÁUDIO HUMBERTO
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A Associação Médica Brasileira (AMB) acusa o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, de não ter usado R$ 17 bilhões que estavam disponíveis no orçamento da pasta entre 2011 e 2012. A entidade entrou com uma ação de improbidade para apurar o caso.
“Nós todos reclamamos, inclusive o ministro, de que a saúde pública brasileira precisa de mais recursos. Então, a gente quer saber por que ele não utilizou nem o recurso que tinha disponível”, argumentou o presidente da AMB, Florentino Cardoso.
Segundo ele, a denúncia foi feita pelo Tribunal de Contas da União, em exposição na Câmara dos Deputados. O ministério, de acordo com os dados do TCU, não teria usado cerca de 18% dos R$ 93 bilhões que tinha à disposição.
Em comunicado divulgado à imprensa, Padilha atribuiu a ação à controvérsia em relação à contratação de médicos estrangeiros para trabalhar no Brasil.
“O ministro Alexandre Padilha lamenta que uma entidade médica recorra a este tipo de ataque por discordar do diagnóstico de que faltam médicos no Brasil e por tratar como tabu a perspectiva de atração de médicos estrangeiros para atuarem no Brasil”, diz a nota do ministério. (Coluna de Cláudio Humberto)






























Tem que se apurar quem está falando a verdade e punir nos termos da lei, se é que a lei brasileira é séria. Por outro lado, os países europeus vem passando por uma série crise depois de um longo tempo, digamos de bonança, agora que o Brasil vem, desde a implantação do Real, com novos rumos, é preciso avaliar os erros cometidos pelos europeus para chegarem na situação atual, e não achar que tudo vai ficar maravilhoso o tempo todo, então não vamos encher o Brasil de m~]ao de obra estrangeira, e sim criar condições para o o profissionais do país atuarem dignamente. Exemplo; com todo respeito, qualquer “cachorro” ou melhor, sem exigência de qualificação, qualquer um hoje alcança a vida pública, quem merece ganhar mais, um médico ou um vereador qualquer que nada faz de útil a sociedade, se eu estiver errado me prove.