
Segundo Daniel Mota, diretor de imprensa do Sindicato dos Rodoviários, será a última chance de chegar a um acordo”, diz Mota. O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Hélio Ferreira, disse que o sindicato já flexibilizou bastante nas negociações.
“Infelizmente os patrões não cederam em nada. É preciso que a outra parte também mostre vontade de sair do impasse”,sustentou Ferreora, enfatizando que os canais de negociação estarão sempre abertos até o último momento, mas a mobilização para a greve, a partir da zero hora do dia 18, terça-feira, é cada dia mais forte na base da categoria.
Essa foi a quarta reunião de conciliação entre as partes. Três outras rodadas foram realizadas no Ministério Público do Trabalho, na segunda, terça e quinta-feira, quando todas as propostas lançadas pelos procuradores Carlene de Carvalho Guimarães e Rômulo Barreto de Almeida e pelos rodoviários foram rechaçadas pelos sindicatos patronais. A proposta dos rodoviários de rodar com a catraca livre ou colocar frota mínima de 30% nas ruas não foram aceitas pelos empresários.
Os trabalhadores, segundo nota do Sindicato dos Rodoviários, já flexibilizaram a pauta de reivindicações nos itens reajuste, de 15% para 13%, e na redução da jornada, de 6h para 6h20. As demais reivindicações são ticket de R$15,00, trinta dias por mês e nas férias, cota para mulheres nas empresas, plano de saúde para titulares e dependentes pago pelos patrões, fim das terceirizações, cobrança de avarias e dupla função para motorista.






























