CLÁUDIO HUMBERTO
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A queda na atividade industrial chinesa pela primeira vez no ano está deixando o mercado financeiro atento e receoso. Com a crise na Europa e nos Estados Unidos, a segunda maior economia do mundo tem se mantido aquecida pela voracidade de seu mercado interno e investimentos do governo. Entretanto, a queda na produção industrial da China ocorreu justamente quando houve diminuição da demanda interna.
De acordo com o economista chefe do grupo Nomura em Hong Kong, Zhiwei Zhang, o “fraco” crescimento chinês de 7,7% no primeiro trimestre pode representar uma tendência e “nossa previsão para o crescimento do PIB no segundo trimestre é de 7,5%”, disse. (Coluna de Cláudio Humberto)































