Salvador – O sepultamento do bailarino do Teatro Castro Alves, Augusto Omolú, encontrado morto em sua residência, na cidade de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), na manhã de domingo (2), ocorrerá nesta terça-feira (4), no Cemitério da Ordem 3ª Secular de São Francisco, no turno matutino, em horário a ser confirmado. O corpo está sendo velado no Foyer do TCA, no Campo Grande, em Salvador.
Nesta segunda (3), a Secretaria de Cultura (Secult), a Fundação Cultural do Estado (Funceb) e o TCA se uniram nas condolências pela perda do Augusto, que também exercia a profissão de coreógrafo e educador. “A casa que abrigou tanto da atuação deste artista se comove em receber familiares e amigos neste momento”. O secretário da Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, foi acionado pessoalmente pelo secretário de Cultura, Albino Rubim, que solicitou rigorosa apuração do crime.
Com uma história profissional de mais de 30 anos, iniciada como aprendiz de Mestre King e Emília Biancardi, Augusto, com carreira internacional reconhecida, era especialista em danças afro-brasileiras e integrava o Balé Teatro Castro Alves (BTCA) desde a década de 1980.































