
O deputado estadual Carlos Geilson (PTN) explicou nesta segunda na Assembleia Legislativa que o questionamento dele não é sobre a Parada ou sobre a opção sexual de Daniela ou de ninguém, até porque ele é a favor da união homoafetiva, uma vez que defende o livre arbítrio do cidadão ou cidadã.
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“Eu quero saber se é justo e correto que o governo da Bahia invista R$ 130 mil para Daniela Mercury se apresentar fora do estado. Ela deveria cantar na Parada sem auferir recursos dos cofres do estado da Bahia, já que é ativista e representante do movimento, e sabemos que se apresentaria mesmo se o governo não pagasse esse valor”, pontuou o parlamentar.
Geilson disse que enquanto a Bahiatursa está gastando esse dinheiro para pagar um show fora do estado, o Pelourinho está abandonado. “Lá tem a rota do turismo e a rota do craque. Está uma vergonha! Precisamos também revitalizar a orla de Salvador, enfim, nossos pontos turísticos estão detonados, e enquanto isso a Bahiatursa está investindo dinheiro em uma apresentação da artista Daniela Mercury em São Paulo”, lembrou Geilson.
































DIÁRIO, HEBDOMADÁRIO ou MENSAL
Se didática não pode ser universalizada por nenhuma universidade, jornalismo e idioma, também não. O primeiro é um dom, como a habilidade futebolística, o segundo, só na biblioteca.
Viemos de uma época, na qual se lia jornalistas como Stanislaw Ponte Preta e Millôr Fernandes, gente que se tivesse pela frente religioso, como foi o caso de dona Gaby, teria transformado o “cara” num “pigmeu”, mas ela, não. Não se fazem jornalistas, como antigamente.
Nós que vivemos o período da ditadura, somos como “gatos escaldados” diante de qualquer ameaça obscurantista que se desenhe no horizonte e hoje ela se chama BÍBLIA.
Precisamos esclarecer que para pessoas realmente letradas, Jesus de Nazaré é uma coisa, já religião e Bíblias, outras muito diferentes, mas isso é outra história.
Religiosos, ora reunidos em “bancadas”, no Congresso Nacional, ora apartados entre os que ficam, segundo a prestigiosa revista FORBES, milionários e os que seguem direto para programas sociais do nosso valoroso Supremo Tribunal Federal, conhecidos nos meios populares como MINHA PENITENCIÁRIA, MINHA VIDA, esses seriam os principais beneficiados com a “mordaça” na imprensa, a submissão do Supremo Tribunal Federal ao nosso Congresso, infestado de parlamentares que não estão “nem aí” para nosso avanço civilizatório.
Imprensa, Imprensa! Os religiosos contam com votos de cabresto e redes de submissão, por isso eles vivem falando em “plebiscito”. Seria a vitória do asno sobre o corcel; da barbárie sobre a civilização e o grande seria novamente vencido pela preferência popular por Barrabás. A única forma de a gente sentir saudade da ditadura, seria uma teocracia.