CLÁUDIO HUMBERTO
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Após virar duas noites para aprovar a MP dos Portos, o presidente da Câmara, Henrique Alves, vai retirar da gaveta proposta de emenda constitucional, de autoria de José Sarney e relatada por Aécio Neves, que altera o rito de tramitação das medidas provisórias. A proposta, aprovada no Senado em 2011, dá ao Congresso o poder de arquivar MPs que não forem “urgentes e relevantes”, como manda a Lei Maior.
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Passou da hora – Para Henrique Alves, o Congresso precisa estabelecer “regras claras, definidas, de bom senso, com prazos certos para votação as MPs”.
Atrofia negociação – O presidente reclama ainda que, hoje, o plenário não pode propor algo novo: “Só podemos rever o que foi destacado na comissão mista”.
Nem pensar – O governo trabalha para impedir a votação da PEC, que estica o prazo para que as MPs tramitem antes de trancar as pautas do Congresso.
A la PT – Do deputado Rubens Bueno (PPS) sobre a votação da MP dos Portos: “Criaram um balcão de negócios em Brasília, do jeito que o PT gosta”. (Coluna de Cláudio Humberto)





























