CLÁUDIO HUMBERTO
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Diante da guerra instaurada para votar a Medida Provisória dos Portos, a presidenta Dilma cogita deixar a implantação do marco regulatório da mineração para o primeiro ano de seu segundo mandato, caso venha a ser reeleita em 2014. O projeto elaborado pelo ministro Edison Lobão (Minas e Energia) está parado há meses na Casa Civil. Dilma teme que a proximidade das eleições tencione e inviabilize aprovação da medida.
Lenha na fogueira – Políticos experientes alertaram ao Planalto que a tendência, inclusive da base, é o acirramento em busca de destaque nas bases eleitorais.
Termômetro – Para piorar, a dificuldade no empenho de emendas também inflou o descontentamento de parlamentares, agora com sede de vingança.
Eis a questão – Dilma ainda está em dúvida sobre segurar o projeto, que lhe renderia votos no Pará, em Minas e na Bahia, de forte atividade mineradora. (Coluna de Cláudio Humberto)




























