No Palácio do Planalto, a versão é que o governo também foi pego de surpresa com a aprovação, na quarta-feira, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que submete ao Congresso decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). nesta quinta-feira, diante de clima beligerante entre Congresso e Judiciário, o vice-presidente Michel Temer entrou em campo e formalizou a posição do Planalto contra a aprovação intempestiva da PEC 33.
— Eu lamento até dizer isso, mas acho que houve uma demasia. Na verdade, a palavra última deve ser sempre do Poder Judiciário, especialmente em matéria de constitucionalidade, e mesmo em matéria de vinculação de uma determinada decisão para os tribunais inferiores — disse Temer, que é advogado constitucionalista.
A orientação do governo, segundo auxiliares palacianos, era retirar o assunto de pauta, mas o autor da proposta, deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), surpreendeu ao pedir preferência para a apreciação da matéria e conseguir aprová-la em votação simbólica, o que geralmente ocorre em temas que não são polêmicos.(Fernanda Krakovics e Luiza Damé, O Globo)































Conversa “pra boi dormir.” Tudo de ruim que tem acontecido contra o STF, contra a imprensa, contra o próprio povo brasileiro é coisa do PT e em última instância do governo da dona Dilma. Sinto-me arrependido de ter votado em dona Dilma, a consciência pesou.
VOCÊS NÃO TÊM FILHOS, NÃO?
Quem têm um mínimo de sensibilidade e vê noticiário, está vivendo um mau período de vida, com a informação, pela imprensa, dos brutais assassinatos da dentista e da secretaria.
Gostaria que alguém me respondesse de forma convincente o porquê de essas coisas horríveis não acontecerem em países como a Suécia, a Dinamarca, a Finlândia, a Noruega e em outros que rejeitam as nossas Bíblias, como sendo a “Palavra de Deus.”
Não aceitamos respostas de nenhum remunerado da FÉ. Aí, certamente, alguém dirá, “Mas isso, não é democracia!!!” Ao que, prontamente, replicaremos, claro que não. Ou vocês acham que se vivêssemos em uma democracia plena o Congresso Nacional iria querer a submissão de gente proba como o doutor Joaquim Barbosa e seus colegas ministros a políticos como Marco Feliciano, Paulo Maluf e Tiririca?
E por falar nisso, por que será que até hoje nenhum dos nossos pastores “quaqualionários”, ainda não processou aquela publicação, de utilidade pública, a FORBES.