O vice-líder da oposição na Assembleia Legislativa, deputado Bruno Reis (PRP), afirmou hoje (17) que a Embasa está promovendo um “racionamento camuflado” em Salvador. Ele contou que tem recebido várias denuncias de associações comunitárias da capital baiana relatando a suspensão freqüente do fornecimento, o que nega a informação divulgada pelo presidente da empresa, Abelardo de Oliveira Filho, de que a cidade não passa por nenhum racionamento, a exemplo do que acontece na Ilha de Itaparica.
“Tem muito bairro em Salvador onde só tem vento no encanamento. Água que é bom nada. Isso demonstra que há sim racionamento. O presidente da Embasa diz que não, mas a realidade é outra em muitos bairros, onde a falta de água é uma constante e freqüente”, disse Bruno Reis.
“Isso acontece por conta da falta de investimento na ampliação da rede, já que a Embasa e o governo querem que o consumidor pague a conta, com o aumento exorbitante das tarifas, por uma prestação de serviço que está entre as piores do país. A gente paga uma conta que está entre as mais altas do país e não há ampliação nem melhoria dos serviços”, acrescentou o deputado.
Prejuízos – Bruno Reis citou como exemplo da falta de gestão da Embasa o prejuízo que a empresa teve pela não conclusão das obras de ligação domiciliares ao emissário submarino de Salvador. “O emissário foi construído através uma Parceria Público-Privada (PPP). Mesmo não recebendo novas ligações de esgoto, que seriam a fonte de receita da Embasa, a empresa administrada pelo governo do estado estaria obrigada a iniciar o pagamento das contraprestações à concessionária, gerando um enorme prejuízo”, esclareceu o parlamentar.































E a conta do programa Bahia Azul?
Acredito que seja um dos maiores escândalos com o dinheiro público da história da Bahia.
Toda semana faça sol ou faça chuva, dezenas de praias da cidade de Salvador são consideradas impróprias para banho.
Sendo assim, o siri-boia, peixes, mariscos, frutos do mar em geral, também devem ser impróprios para o consumo humano, por estarem contaminados não só por fezes, esgoto em geral, como por metais pesados, etc. e isso ninguém divulga!
Como dito na reportagem, as ligações para o emissário submarino não foram feitas, e onde estão as estações de bombeamento para o mesmo emissário? Principalmente da cidade baixa, e locais distantes como o subúrbio e as ilhas.
Quem é que vai pagar por isso?