O Captur é o novo crossover urbano da Renault, cujo design fluido cultiva o senso de proporções: altura elevada do solo, bitolas maiores, para-brisa avançado… Um mix de monovolume, SUV e hatch, projetado e produzido pela Renault.
O Renault Captur é amplamente personalizável. Com suas combinações de carroceria em dois tons, cores de rodas, acabamento interno (claro ou escuro), revestimentos dos bancos e temas gráficos, o Captur reflete as personalidades e desejos mais variados.
Compacto – um pouco mais longo que o Novo Clio – o Renault Captur proporciona conforto. O banco traseiro deslizante deixa os passageiros traseiros à vontade, assim como suas bagagens. O volume de porta-malas é adequado, com 455 cm3 de capacidade. A bordo, duas inovações espertas destacam o caráter de “carro para curtir” do Captur: o grande porta-luvas gaveta (11 litros), cujo interior é facilmente acessado pelo condutor, e os revestimentos dos bancos removíveis através de zíper, laváveis à máquina e substituíveis.
O tablet multimídia embarcado Renault R-Link dá acesso a uma conectividade inédita e a um catálogo de aplicativos dedicados ao automobilismo.
A posição de dirigir mais alta e ergonômica transmite confiança, assim como a segurança passiva, a aderência ao solo e a frenagem. O conforto de rodagem é herdado da plataforma B, compartilhada com o Novo Clio.
As motorizações a gasolina disponíveis são o motor Energy TCe 90 (3 cilindros de apenas 898 cm3) e o TCe 120 EDC (4 cilindros de 1198 cm3). Este último é exclusivamente oferecido com a caixa de câmbio EDC (Efficient Dual Clutch) com dupla embreagem, proporcionando um grande conforto ao dirigir. Ele também estará disponível futuramente com a caixa de câmbio com dupla embreagem EDC.
Produzido na fábrica de Valladolid (Espanha), o Renault Captur conta com até 16% de plásticos reciclados em sua fabricação.
O Renault Captur começa a ser comercializado a partir deste mês de abril






























DENUNCIA
A America do Sul vive hoje sob uma especie de “Espada de Damocles”, em movimentos pendulares e ameacadores. Eles se dividem em : A tentativa de tirar do nosso eficiente Ministerio Publico o poder de investigacao. A, ja detetada, intencao suprapartidaria de se amordacar a imprensa, em seu papel investigativo. Mas, pra dizer a verdade, pensamos que quem mais lucraria com a mordaca na “boca” da imprensa, seriam as nossas liderancas religiosas, algumas ja “denunciadas” pela magnifica revista Forbes. Essas liderancas se apoiam em enxertadas e alteradas versoes biblicas ocidentais e vai que um desses nossos “apostolos” brasileiros resolva adquirir outra fazendona de R$ 50.000.000,00 e a “satanica” impresa esteja de olho e denuncie novamente. E se um desses jornalistas “cristofobicos” resolva denunciar que essas diversificacao biblica esteja caracterizando a temida falsidade falsidade ideologica?
Olha esta. Um dia, colocaram o grande Jesus na versao ocidental da Biblia que era um livro chinfrim, mas ele nao permaneceu nela e o resultado disso seria a emersao de obtusos e semianalfabetos, como soe acontecer hoje. E a imprensa sabe disso.