FERNANDO RODRIGUES
No sábado, a presidente Dilma Rousseff trocou 3 ministros para assegurar uma aliança sólida na sua campanha pela reeleição em 2014. Nesta semana, a petista foi a Roma para ver o papa Francisco e também atender a uma lógica do marketing eleitoral.
Num primeiro momento, Dilma Rousseff rejeitou a ideia de viajar a Roma para cumprimentar o novo papa. Depois, mudou de ideia. Por quê?
Simples. Marketing eleitoral puro. A petista mais perderia do que ganharia se ficasse no Brasil.
Eis 4 argumentos esgrimidos pelos assessores presidenciais para fazer Dilma mudar de ideia:
1) Eleitorado católico – o Brasil tem a maior população católica do mundo. Católicos, são, por óbvio, também eleitores. Em 2010, na campanha eleitoral, ficou um ruído entre a petista e os eleitores religiosos. Avistar-se com o papa seria uma forma de diluir essa impressão deixada há dois anos;
2) Papa simpático – apesar das suspeitas sobre sua atuação tímida ou omissa durante a ditadura na Argentina, o fato é que o cardeal Jorge Mario Bergoglio (o papa Francisco) apareceu de maneira muito positiva na mídia para o seu público, os católicos: sempre sorridente, tem uma estampa mais simpática que a do antecessor, o alemão Joseph Ratzinger (Bento 16). Como se não bastasse, atribuiu a um colega brasileiro a influência pela escolha do nome Francisco;
3) Photo-op de graça e mídia espontânea – não ir a Roma e perder a chance de uma “photo-op” ao lado do papa Francisco seria um erro de marketing. Afinal, hoje (17.mar.2013) e amanhã (18.mar.2013) a presidente Dilma Rousseff vai ganhar o que se chama de “mídia espontânea positiva”, a melhor de todas –e muito desejada pelos publicitários. Mais vale aparecer compungida ao lado do papa no “Jornal Nacional”, da TV Globo, do que dezenas de comerciais sobre o fim da miséria;
4) Agenda nova – depois de aderir “con gusto” à fisiologia trocando ministros no último sábado (16.mar.2013), Dilma força uma mudança de agenda na sua cobertura. Para melhorar a situação, seus principais adversários estarão no Brasil falando mal da gestão de seu governo e ela estará ao lado do papa tirando fotos. Uma vantagem comparativa que a presidente da República, muito focada em sua reeleição, não poderia jogar pela janela.
Em resumo, o marketing ditou a agenda da presidente nessa sua ida ao Vaticano para cumprimentar o papa. Nada mais. (Blog do Fernando Rodrigues)































O Estado esquerdista , e sua encarnação, os políticos esquerdistas- comunistas tem um modo tétrico e anarquista de ver o ser humano. Que diga a Rússia, Cuba e China, onde o alcool, trabalho escravo e o incesto são uma “cultura” compensatória da miséria. Foi nessa escola que Dilma estudou, se formou e se doutorou com “louvor”. A Esquerda não quer curar a pobreza , pois senão sua causa anárquica morre junto. Então , ao aparecer o papa Francisco como um símbolo vivo e sincero da verdadeira luta contra a Pobreza no Mundo , ela está muito incomodada e vai lá tentar entrar de gaiata e roubar algo desse simbolismo Mítico da causa dos pobres para a sua polítca esquerdista contra a miséria , nada sincera. É o que me parece