Recém-eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) se compara à ativista cubana Yoani Sánchez ao afirmar que sofre perseguição de simpatizantes de uma “ditadura da desinformação”.
Em entrevista à Folha de S. Paulo, Feliciano disse que sofre ameaças de morte desde que foi indicado para a vaga destinada ao seu partido na comissão, e avalia pedir proteção policial para ele e sua família.
“A situação está tomando dimensões muito estranhas. É assustador, estou me sentindo perseguido como aquela cubana lá. Como é o nome? A Yoani Sánchez”, disse, em referência à blogueira crítica do governo de Cuba, que enfrentou protestos no Brasil.
Acusado por movimentos sociais de homofobia e intolerância racial e religiosa, Feliciano foi alvo de uma avalanche de críticas ao ser eleito na última quinta-feira presidente de uma comissão que tem como uma de suas atribuições lidar com demandas de homossexuais, prostitutas, negros e outras minorias. (Tai Nalon, Folha de São Paulo)
































O pastor Marcos Feliciano nao e essa pessoa que estao dizendo por ai. Estao difamando um pastor, como todo pastor cre na biblia, que Homosexualismo nao encontra amparo na palavra de Deus. Quem e Homosexual, 70% ou sofreu abusos ou resolveu praticar. Entao a igreja trata isso como uma doença a ser tratada, nao como uma coisa natural, so isso. Quem e homosexual e quiser largar dessa pratica e so procurar uma igreja evangelica e falar com o pastor. Nos nao aceitamos a pratica homosexual, mas respeitamos os homosexual como uma pessoa outra, ok