
O prédio teve cerca de 50% de sua estrutura consumida no incêndio, que começou na sala da Coordenadoria de Gestão Escolar, por volta das 22h do dia 3 de janeiro, e se espalhou pelo Solar Boa Vista. O gabinete do secretário João Carlos Bacelar foi totalmente destruído, assim como o setor que administra os contratos e pagamentos da pasta.
Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o imóvel do século XIX, situado no Parque Histórico Solar Boa Vista, no bairro do Engenho Velho de Brotas, em Salvador, foi moradia do poeta baiano Castro Alves.
Segundo o coordenador do núcleo criminal do MPF/BA, o procurador da República Vladimir Aras, “em se tratando de bem tombado pelo Iphan, a atribuição para apurar a existência ou não de incêndio criminoso é do MPF.”





























