Salvador – Termina no próximo dia 31 (segunda-feira) o prazo para o varejo comercializar eletrodomésticos sem o selo do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) que indica a qualidade dos produtos. Portanto, a partir de 1º de janeiro de 2013, o consumidor só deverá encontrar nas prateleiras mercadorias certificadas.
Ao todo, 144 tipos de eletrodomésticos — fogões e fornos elétricos, cafeteiras, ferros de passar roupa, sanduicheiras, liquidificadores, fritadeiras, máquinas de costura, torradeiras, batedeiras, entre outros equipamentos nacionais e importados utilizados no dia a dia — passarão a ostentar a marca da certificação obrigatória.
Fabricantes e importadores estão proibidos, desde julho deste ano, de vender eletrodomésticos que não atendam aos Requisitos da Avaliação da Conformidade (RAC), publicados na portaria 371 do Inmetro em dezembro de 2009. Os aparelhos passaram a ser certificados compulsoriamente por organismos acreditados pelo instituto, principalmente no item segurança elétrica.
A decisão pela certificação compulsória desses produtos foi tomada depois de análises em nosso banco de acidentes de consumo e de avaliações de entidades particulares, como o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e a Proteste (Associação de Consumidores). “Testes com esses tipos de eletrodomésticos mostram com frequência o risco que representam para o consumidor, especialmente em relação a queimaduras”, explicou Alfredo Lobo, diretor de Qualidade do Inmetro.






























