CLÁUDIO HUMBERTO
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Ministro da Fazenda desde o governo Lula, Guido Mantega se mantém no cargo porque aceita se submeter a decisões das quais nem sequer participa. A condução da política econômica é obra de um “triunvirato” formado pelo seu secretário-executivo, Nelson Barbosa, o secretário do Tesouro, Arno Augustin, e a própria presidenta Dilma, que a respeitada revista britânica The Economist classificou de “chefe intrometida”.
Só um porta-voz – Guido Mantega apenas é comunicado das decisões do “triunvirato” das quais aceita ser porta-voz. Dilma não o demitiu ainda a pedido de Lula.
Mãe Dinah – Desconectado das deliberações do “triunvirato”, Mantega tem arriscado “previsões” sempre desmentidas pelos fatos, lamentam os assessores.
Fogueira das vaidades – Mantega se submeteria às humilhações do “triunvirato”, dizem amigos, só para virar em abril o ministro da Fazenda mais longevo da História.
Mediocridade – O “triunvirato” não é exatamente brilhante. O currículo de Arno Agustin, por exemplo, o qualifica mais como militante de uma facção do PT-RS. (Coluna de Cláudio Humberto)




























