
Por volta das 8h30m de 23 de novembro, Edvaldo rondou a entrada de uma casa em Riachuelo, à espera da saída de a estudante X., de 24 anos. Um vídeo com imagens da rua mostram ele passando pelo menos três vezes antes de cometer o crime.
Assim que a vítima saiu, Edvaldo a rendeu. X. imaginou que fosse um assalto e entregou a bolsa. Não era.
– Ele disse: “Não quero a bolsa. Quero você” – conta um militar do Exército de 55 anos, pai da vítima.
Em seguida, Edvaldo a colocou no chão, entre dois carros, onde abusou sexualmente dela por cerca de 15 minutos.
– A minha outra filha viu ele entre os carros. Pensou que ele estava urinando. Uma vizinha viu e começou a gritar. Aí, ele se assustou e fugiu. A placa estava coberta. Isso mostra que ele já tinha planejado tudo.
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Nesta quarta-feira, ele rendeu uma recepcionista de 22 anos, em Ramos, e a obrigou a manter relações sexuais com ele. A vítima é casada e tem um filho de 2 anos.
– Tem coisas que ela nem me contou, porque acha vergonhoso de dizer e porque eu sou o marido dela. Ela passou por situações humilhantes e só acatou tudo que ele pediu porque estava com medo de morrer – diz o marido, um programador de 25 anos.
Edvaldo não perdoava nem menores de idade. Foi o caso, por exemplo, de uma estudante de 13 anos, atacada a caminho do colégio.
– Perguntei se ele não tinha filhos. Ele disse que tinha. Mas, mesmo assim, abusou de mim. Perguntou o meu nome e a minha idade. Aí, falou que um dia eu iria fazer isso com outra pessoa. Falei que não ia fazer, porque eu era uma criança. Aí, ele falou: “então fecha os olhos e me dá a mão”. Ele ficava o tempo inteiro olhando pelo retrovisor, para ver quem estava passando. A situação só não foi pior porque uma pessoa passou pela rua e ele foi embora. Mas antes de sair, ele ameaçou e disse: “Sei onde você mora e onde você estuda. Não quero ter que voltar”.(Herculano Barreto Filho/Extra)

































Perdeu o emprego bom e seguro por tara infantil, agora ele vai sentir as consequencias da besteira.