CLÁUDIO HUMBERTO
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Uma estranha campanha de “recadastramento racial”, lembrando os odiosos tempos do nazismo até pelo nome, assusta os servidores do Serviço de Processamento de Dados do governo federal, o Serpro. A campanha de “estímulo ao orgulho pela raça” é reforçada pelos dados da estatal: “dos 11 mil empregados, 485 se declaram negros e 7.617 brancos, mas a realidade da empresa é outra”, diz o setor de Gestão de Pessoas. O Serpro quer mudar a raça no cadastro.
Negro à força – O baixo número de negros, pela lógica do Serpro, seria motivado por “vergonha” de se declarar, instalando um racismo “ao contrário”.
Confronto racial – Nas redes sociais, servidores questionam “interesses de grupos” com essa “prática abominável” na estatal e querem resposta da Ouvidoria. (Coluna de Cláudio Humberto)




























