CLÁUDIO HUMBERTO
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Com a autoridade de haver mandado mais de 200 traficantes para a cadeia, inclusive Fernandinho Beira-Mar, o juiz federal Odilon de Oliveira, de Campo Grande (MS), lamenta com ironia que a solução a curto prazo da onda de crimes no País “dependa unicamente do ‘Primeiro Comando da Capital (PCC)’”.
Acusa o governo federal de se omitir em São Paulo e no Rio “pacificado”, deixando as fronteiras livres para o tráfico de drogas. “É preciso cortar o suprimento”, sentencia.
‘Pajelança’ – “O Brasil está atordoado, fazendo pajelança”, diz o juiz Odilon. Sugere uma imediata “radiografia do crime”, com cabeças do “PCC” na cadeia.
Economia da morte – Odilon destaca a “tragédia” de 270 mortos em menos de dois meses, com um elevado prejuízo econômico, incluindo feridos e parentes.
Crime S.A. – O juiz Odilon não descarta atentados a juízes e políticos, e lembra que “sem ideologia, o ‘PCC’ só visa lucro de drogas e armas.” (Coluna de Cláudio Humberto)































