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Uma empresa investigada por participar do esquema de Carlos Cachoeira pagou R$ 5 milhões para sua defesa. A MCLG Empreendimentos e Participações fez dois pagamentos — um de R$ 3,3 milhões para o escritório Márcio Thomaz Bastos Advogados e outro de cerca de R$ 1,6 milhão para Cavalcanti e Arruda Botelho Advogados, que dividiu o caso com Bastos.
A revelação é de reportagem de Andreza Matais para a Folha de S. Paulo. Thomaz Bastos disse ter recebido “honorários legítimos”. Ex-ministro da Justiça no governo Lula (2003 a 2007), ele advogou de março até julho deste ano para Cachoeira. (Coluna de Cláudio Humberto)






























