
Os médicos acompanhavam o caso em tempo integral no Hospital Beneficente Portuguesa em Belém. Aldivan faleceu por volta das 6h e o corpo foi liberado pelo hospital às 9h30. O velório aconteceu em Belém até às 14h na Igreja dos Capuchinhos e logo após, o corpo seguiu para o município de Santa Inês, no Maranhão, onde o corpo será sepultado.
Aldivan Alves Soares estava em casa, quando, no dia 17 de outubro passado, reclamou à família que não sentia o lado direito do rosto e sofreu uma convulsão. Em seguida, foi levado para o Pronto Socorro da Travessa 14 de Março, em Belém, e os primeiros exames apontaram um tumor no cérebro e a necessidade de uma microcirurgia para a retirada do abscesso, informação confirmada pela assessoria de imprensa da Sesma (Secretaria Municipal de Saúde). Porém, já no hospital Beneficente Portuguesa – onde ficou internado na UTI, em estado grave -, o diagnóstico foi de um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Dias depois, outro exame, no entanto, voltou a apontar um tumor cerebral chamado Astrocitoma de grau II no atleta.
Ao todo, Aldivan, que pagava plano de saúde para a família e abria mão de pagar o próprio, por receber atendimento como benefício nos contratos que fazia com os clubes, dedicou 12 anos da sua vida ao futebol. Ele começou no Santa Inês, do interior do Maranhão, e teve o Remo como seu último clube.






























