CLÁUDIO HUMBERTO
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No quarto e último debate televiso antes da eleição, em segundo turno, para a escolha do próximo prefeito de Salvador, realizado nesta sexta-feira (26), os candidatos ACM Neto (DEM) e Nelson Pelegrino (PT), mudaram o tom e proporcionaram um debate considerado “morno”.
A greve dos professores estaduais foi lembrada por ACM Neto, que perguntou se Nelson Pelegrino (PT) mantinha uma declaração de que os docentes tinham sido “injustos” com o governador Jaques Wagner. O petista disse que considerava “justa” a reivindicação da categoria, defendeu o governo e evitou se alongar sobre o tema. “Vim discutir Salvador”, argumentou.
“Se Pelegrino for eleito prefeito, o primeiro discurso dele será o da herança maldita. Eu não farei isso”, defendeu o prefeiturável do DEM. “Não pode criticar porque é aliado do prefeito”, retrucou Pelegrino, ao falar sobre mais de 30 pessoas que teriam sido indicadas pelo democrata para a atual administração.
Neto aproveitou o momento e apontou o fato de um irmão do petista ocupar um cargo de confiança na Sucom. “Meu irmão é um profissional de carreira, ao contrário de pessoas ligadas ao senhor que trabalharam no governo do Estado sem passar por concurso”, acusou Pelegrino. (Coluna de Cláudio Humberto)
































