
Amilkar morava no bairrro da Boca do Rio e vivia em Salvador há nove anos. Sua esposa, uma professora baiana, que reconheceu o corpo no Instituto Médico Legal (IML), revelou à polícia que o marido andava diariamente na orla de Patamares. Em seu site, Amilkar se identificava como mímico e dizia ter “alma de menino”.
Segundo a TV Bahia, a mulher disse que não sabe se o argentino recebeu alguma ameaça. Ela também contou que o celular dele foi roubado – a polícia havia descartado o latrocínio, roubo seguido de morte, no caso. O argentino foi morto por dois homens que chegaram em uma moto, o abordaram e dispararam.
Ontem, o delegado Alex Gabriel, do DHPP, informou que trabalhava com hipótese de execução. “Todos os pertences da vítima foram deixados no local. Quem matou já havia premeditado”, contou.



























