
“É estranho o fato da empresa não ter nos procurado ontem para negociar, o que mostra a intenção de tentativa de dar um calote nos trabalhadores. Vamos à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) tentar uma audiência e solicitar uma mediação com as empresas”, informou Joselito Ferreira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Estado da Bahia (Sinttel).
Segundo o sindicalista, a Grenit se comprometeu a pagar essas diferenças dia 10 de setembro passado. ”Procuramos o Banco do Brasil, que tem funcionários dentro da Grenit fiscalizando os serviços, para tentarmos resolver a situação e também não obtivemos êxito. Esse retroativo não chega a R$ 200 por trabalhador. Não é possível que uma empresa que tenha um contrato com uma instituição idônea como o Banco do Brasil, não possua esses valores para honrar os compromissos que assina. O nome disse é má fé”, pontuou Uheider Pires, diretor do Sinttel.
Ele informou que cerca de 900 trabalhadores estão em greve, o setor de call center do Banco do Brasil foi atingido e defendeu o fim da terceirização. “O atendimento aos clientes do BB ficará prejudicado pois a paralisação”, concluiu Roque Azevedo, diretor de comunicação do Sinttel.


























