A reforma nas leis de imigração de Cuba foi anunciada pelo governo de Raúl Castro nesta terça-feira como um avanço em direção à maior liberdade de ir e vir dos cidadãos da ilha. No entanto, ativistas da oposição no país criticam a medida e reforçam que não acreditam que a mudança fará diferença na vida da maior parte dos cubanos. Em entrevista ao GLOBO, Elizardo Sánchez, porta-voz da Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional, reforçou: ‘Seguimos na mesma’.
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Qual foi a intenção do governo cubano com a reforma?
– Creio que o governo de Cuba teve a intenção de impressionar apenas os veículos midiáticos. Cuba continuará sendo uma ‘ilha-prisão’ para a maior parte de seus habitantes. Não creio que o governo vai aceitar a liberdade de circulação dos cidadãos para o fora do país. E isso é próprio desse regime. Cercear a liberdade de circulação das pessoas.
Essas mudanças não beneficiam àqueles que foram processados ou condenados no país. Essa é uma maneira de continuar cerceando a circulação de ativistas?
– Sim. Até que a medida do governo tenha o alcance que devia ter, o governo vai continuar controlando o direito das pessoas de viajarem livremente. Estamos na mesma situação de antes, especialmente para aqueles que se atrevem a se opor ao regime. E é a mesma situação de antes em relação aos profissionais também. O governo acha que aquela pessoa é sua propriedade e não permite que ela faça nada.
Há alguma mudança significativa para a população depois da reforma?
– Não. Continuamos na mesma. Seguimos de acordo com a música. Houve uma mudança, mas os cubanos vêm sofrendo há mais de meio século com a mesma repressão do direito e da liberdade de movimento.
Há alguma chance de o governo autorizar a saída de algum dissidente após a reforma?
– É difícil acreditar que o governo vai autorizar que possamos viajar quando vemos o caso de Yoani Sánchez. Ela tentou viajar, o governo negou seu pedido. E há chances de ela tentar sair do país e não conseguir voltar mais. (O Globo)






























E antes deste meio século? Antes da Revolução cubana? Como e onde vivia o povo cubano? Num paraíso?
Fico impressionado com os esquerdistas brasileiros, assim como cabeça de bacalhau e enterro de anão só existe uma forma de saber se um lugar é bom para viver. Poder ter a liberdade de ir e vir sem estar sujeito a vontade de ninguém. Vocês todos querem brincar com nossa inteligência ao dizer que a ilha prisão é uma maravilha, uma masmorra tembém deve ser, o inferno também. Sugiro que todos vocês vão morar lá, rezem para Fidel todo o dia, ele será eterno. Os homens e mulheres livres dispensam um governante que determine o que se deva fazer e como, dispensamos também idiotices de quem não consegue raciocinar que tirania nenhuma sobrevive ao tempo.