CLÁUDIO HUMBERTO
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A questão, afinal, não é ambiental, é grana: representante da Amazon Watch, ONG sediada em São Francisco (EUA), Maira Irigaray informou à rede de notícias Bloomberg que índios “ribeirinhos” e outros setores contrários à conclusão da obra da usina de Belo Monte ficarão muito satisfeitos se receberem 10% dos lucros com a venda da energia a ser gerada. Além disso, também pedem uma mesada de R$ 3 mil.
Eles têm um preço – Entre as muitas exigências para deixar em paz as obras de Belo Monte, índios ribeirinhos e pescadores pedem barcos “mais potentes” .
Ecopicaretagem – O detalhe, na da usina de Belo Monte, é que na região não há “índios ribeirinhos” a serem prejudicados num raio de dezenas de quilômetros.
Fatos julgados – A ministra Cármen Lúcia foi o primeiro integrante do STF a lembrar que estão em julgamento “fatos” e não as histórias dos acusados. (Coluna de Cláudio Humberto)































O prezado Humberto já visitou a cidade de Altamira antes e depois das instalações das obras de Belo Monte? Já viu os transtornos que o empreendimento gerou à população?
Você acha que a interferência das obras se limitam a algumas dezenas de km? Você desconhece o conceito de ecositema, meu caro?
Apoias os grandes empresários, mas desprezas (ou desconheces) as necessidades daqueles que vivem na região de Altamira?