
As embarcações são a “Anita Garibaldi”, que tem capacidade para 300 passageiros, e a “Costa do Sol”, para 280. Esta, inclusive, é a mais nova unidade da travessia Salvador-Mar Grande – tem 15 dias em tráfego – e é mais veloz, podendo fazer a travessia até Bom Despacho em 35 minutos.
O sistema ferryboat está com três navios em tráfego e a fila de veículos ultrapassa a Feira de São Joaquim. A Agerba, que decretou há três semana intervenção no sistema e tirou a concessionária TWB das operações, acredita que ainda hoje o ferry “Anna Nery” retorne ao tráfego. Isto acontecendo, o atendimento dos usuários, principalmente os que vão fazer a travessia em veículos, será agilizado.
Movimento Intenso – Na travessia Salvador-Mar Grande, o movimento de embarque de passageiros no Terminal Náutico, no Comércio, é intenso. Dez embarcações estão em tráfego e as saídas estão acontecendo de 15 em 15 minutos ou de 10 em 10 minutos. A expectativa da Astramab é de que o sistema ultrapasse um pouco o horário limite de atendimento, que é até às 20 horas.
“Se a demanda passageiros continuar intensa, vamos prolongar o atendimento”, informou Jacinto Chagas, presidente da Associação dos Transportadores Marítimos da Bahia (Astramab).
Durante o feriadão, a Astramab disponibilizou uma linha especial com lancha rápida que ligará Salvador à cidade de Itaparica. A linha terá quatro horários de ida e quatro de volta.
Em Salvador, o embarque e desembarque acontecerão no Terminal Náutico da Bahia, e em Itaparica, no terminal hidroviário local. A linha vai funcionar no período de sexta a segunda-feira (15) e a passagem custa R$ 25.
Os horários da linha especial Salvador-Itaparica são os seguintes:
Sexta-feira (12) e Sábado (13) – Saídas de Salvador: 8h, 11h, 14h e 17h; Saídas de Itaparica – 9h30, 12h30, 15h30
Domingo (13) – Saídas de Salvador: 11h, 14h e 17h; Saídas de Itaparica: 9h30, 12h30, 15h30 e 18h
Segunda-feira – Saídas de Salvador: 9h, 12h e 15h; Saídas de Itaparica: 8h, 10h30, 13h10 e 16h30.





























Como usuária estou sentindo na pele os efeitos deste caos instalado no sistema ferry boat. Mas, é com otimismo que aguardo a solução. Agora sei que tem uma equipe trabalhando neste sentido. Não podíamos contar com um milagre logo que a AGERBA decretou a intervenção. Não é possível também passar o sistema para qualquer outra operadora sem antes tomar pé na situação atual e, principalmente, desatar os “nós” deixados pela famigerada TWB. Nossas necessidades nos levam muitas vezes a cobrar maior celeridade, ela é necessária e espero que o governo do Estado priorize a questão agora que, finalmente, assumiu seu papel, ainda que tardiamente.
Por outro lado, é com orgulho que vejo as “LANCHINHAS DE MAR GRANDE” devidamente valorizadas, regulamentadas, sacramentadas e não mais vistas ou apontadas como clandestinas, contribuindo decisivamente para amenizar o caos deixado pela “apadrinhada e competente” TWB.
Acredito que em breve teremos a casa arrumada. O sistema ferry boat funcionando com eficiência, com tarifas justas e cumprindo o seu papel e as embarcações que fazem a travessia Mar Grande / Salvador, atracando em um novo terminal, devidamente requalificado e a altura do nosso povo.
O FURACÃO TWB.
Este furacão passou por nós deixando um rastro de destruição sem tamanho. A situação de abandono de terminais e embarcações é ainda mais grave que o imaginado e denunciado muitas vezes aqui no JORNAL DA MÍDIA. Mas, este rastro vai, além disto, os danos causados a fornecedores a funcionários e usuários são devastadores.
É um verdadeiro caso de polícia. Encargos sociais que deixaram de ser recolhidos apesar de descontados dos funcionários, empréstimos consignados feitos para funcionários que não foram pagos ao banco credor, sistema de espionagem em salas dos diretores da referida concessionária, desvios de equipamentos e bens diversos do ESTADO, sonegação fiscal, tráfico de influência, corrupção e tantos outros crimes que agora só mesmo a POLÍCIA e a JUSTIÇA poderá colocar um fim a esta história que só nos trouxe muitos aborrecimentos, dores e prejuízos.
Agora, como se não bastasse continuar administrando inexplicavelmente os terminais de PONTA DO CURRAL E MORRO DE SÃO PAULO, a TWB ainda é detentora dos direitos de exploração do estacionamento no TERMINAL DE SÃO JOAQUIM, único na região disponível para usuários do sistema ferry boat.
Um contrato firmado entre a TWB e a esposa do Reinaldo sustenta esta situação causando ainda mais transtornos. Pago mensalmente R$ 400,00 de mensalidade do referido estacionamento que recentemente sofreu um reajuste de 51%, de 264,00 passei a pagar 400,00.
Cinicamente os advogados da atual locatária do espaço alega que o estacionamento existe há 4 anos e que o reajuste foi referente o acúmulo da IGPM neste período. Ocorre que não é verdade a existência do estacionamento por todo este tempo e não existe nenhum contrato assinado neste período. Quando o aumento de 51% foi anunciado surgiu um contrato.
Hoje, 12/10, a caminho do trabalho, apesar do feriado, encontramos o estacionamento fechado com cadeados e vários proprietários de veículos, trancados lá desde o dia anterior, reclamavam da impossibilidade de retirar os veículos. Representantes da AGERBA alegavam nada poder fazer já que existem questões legais que envolvem o contrato firmado com a TWB assegurando os abusos ainda praticados. Vale salientar que a atual proprietária deve 6 meses de aluguel do espaço ora explorado.
Registrei a ocorrência na AGERBA e na delegacia competente acreditando ainda numa solução que coloque fim a todos estes tormentos.