LUÍS AUGUSTO GOMES
Computados os votos nulos e em branco e abstenções, cerca de 590 mil soteropolitanos não escolheram nenhum candidato no primeiro turno, o que demonstra o enorme e decisivo potencial que ACM Neto e Nelson Pelegrino têm a explorar nestes 20 dias.
De quem anulou o voto ou votou em branco, totalizando 215 mil, não se esperará uma mudança muito grande, mas os que deixaram de ir às urnas foram 375 mil pessoas, que não necessariamente desprezam o processo eleitoral.
As teses são muitas para explicar essa ausência. A principal: pelo menos a terça parte estaria viajando, de férias, obedecendo a uma proporcionalidade na população, enquanto outro contingente teria entendido que a eleição estava com os números definidos para o primeiro turno.
Haveria ainda os que foram impedidos por motivos de ordem superior, como doença pessoal ou na família, e aqueles que “tradicionalmente” deixam para dar sua opinião cívica apenas no segundo turno. De qualquer forma, um gigantesco segmento que influirá novamente na eleição.
Autoexplicativo – Os votos nulos foram mais que os de Mário Kertész. (Por Escrito)
































