CLÁUDIO HUMBERTO
* As informações e opiniões publicadas nesta coluna são de responsabilidade exclusiva do autor e, necessariamente, não refletem a posição do Jornal da Mídia.
Para faturar uns trocados a mais, a TAM cobra taxa adicional de R$ 25 por “assento conforto”, na primeira fila ou nas saídas de emergência, mais espaçosas. A esperteza gera desconforto (e brigas) a bordo: adquirentes têm os lugares originais remarcados para outros passageiros, e perdem o direito ao “assento conforto” para portadores de deficiência, menores desacompanhados etc, que têm prioridade.
Risco sério – O otário do “assento conforto” pode acabar na última fila, em poltrona não reclinável, ouvindo o torturante barulho da descarga dos banheiros.
Esperteza demais – O “assento conforto” só é adquirido no check-in do aeroporto; a TAM não pode alegar que ignora a presença de passageiros com prioridade.
Anac se omite – Cúmplice das artimanhas da TAM contra clientes, a Agência Nacional de Aviação Civil se omite também na polêmica do “assento conforto”. (Coluna de Cláudio Humberto)































E, a bordo, mesmo que os tais assentos fiquem vazios, ninguém pode sentar ali. É como se estivessem contaminados com radiação. Os atendentes estão dispostos a matar quem ousar.
Esta prática é comum nos E.U.A. País tão seguido pelos moldes brasileiros. Se querem um perfil mais socialista, votem mais consciente. A culpa é do povo mesmo…