CLÁUDIO HUMBERTO
* As informações e opiniões publicadas nesta coluna são de responsabilidade exclusiva do autor e, necessariamente, não refletem a posição do Jornal da Mídia.
A anarquia gerencial e a falta de critérios lógicos na fixação de tarifas, na aviação comercial brasileira, chegou a ponto de a TAM, a maior do setor, neste final de semana, cobrar R$ 3.300 por passagem Brasília-Maceió, ida e volta, enquanto cobra menos da metade, R$ 1.440, pelo bilhete Brasília-Miami-Brasília. Da capital para Nova York a passagem custa R$ 1.650. O trecho Rio-Frankfurt (Alemanha), apenas R$ 2.133.
Anac se omite – A Anac, boazinha com a TAM, informou que a bilhete Brasília-Maceió “pode refletir o custo de oportunidade”, e não adotará qualquer medida.
Liberdade de explorar – A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) destaca a “liberdade tarifária” para explicar sua omissão no assalto aos passageiros.
Cara-de-pau – A explicação da TAM é um exercício de caradurismo: os preços abusivos das passagens para Maceió seriam culpa da “demanda”. (Coluna de Cláudio Humberto)

































Existem varias empresas que fazem o trecho BSB-MACEIO, se naTAM está esse valor abusivo é só comprar por outra empresa. Não entendi o por quê dessa matéria, as empresas são livres para determinar as suas tarifas, cabe a nós clientes não comprar da mais cara.