Salvador – Até 2015 a Bahia terá investimentos de R$ 20 bilhões no setor de mineração e deve gerar mais de 7 mil empregos. A afirmação é do secretário do Planejamento da Bahia, José Sergio Gabrielli, durante o encontro promovido pela Associação Baiana de Geólogos (ABG), que aconteceu nesta sexta-feira (24), no Museu Geológico da Bahia, cujo tema foi o Novo Marco Regulatório da Mineração Brasileira: óbices e desafios.
De acordo com Gabrielli, as perspectivas para o setor são as melhores possíveis, visto que “a Bahia já está em primeiro lugar do país em solicitações de prospecção mineral, tendo passado em 2011 o estado de Minas Gerais”, destaca.
Já o superintendente da secretaria de Indústria, Comércio e Mineração (SICM), Albert Hartmann, que também foi um dos palestrantes, apresentou o Plano Estadual de Mineração. Segundo Hartmann, um dos os objetivos do plano é agregação de valor dentro do estado. “Queremos atrair, cada vez mais, toda a cadeia produtiva dos minerais, sobretudo os metálicos”, diz.
O plano também busca incentivar à produção local, apoiando os micro e pequenos empreendimentos, estimular a formação de mão de obra qualificada, além de estimular a pesquisa, desenvolvimento e à inovação no setor de mineração.
Na opinião do titular da pasta do Planejamento da Bahia, “o investimento contínuo em infraestrutura e logística é um elemento fundamental para continuar atraindo grandes mineradoras”, ressalta Gabrielli, lembrando que está em construção a Ferrovia Oeste-Leste (Fiol).
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