Apesar de Mano Menezes ter sido ”garantido” no comando da seleção brasileira por Andrés Sanchez, diretor de seleções da CBF, o fracasso do técnico gaúcho na missão de conquistar o inédito ouro olímpico em Londres aumentou a coleção de insatisfeitos com o seu trabalho à frente do time verde e amarelo.
No São Paulo, por exemplo, os dirigentes não fazem a menor questão de esconder o sentimento com relação ao atual comando da equipe nacional e, cientes de que agora contam com a simpatia do presidente da CBF, José Maria Marin, dispararam contra Mano e Andrés Sanchez, sugerindo, inclusive, substitutos para o cargo de treinador.
O primeiro a criticar o desempenho da seleção foi João Paulo de Jesus Lopes, vice-presidente do time do Morumbi, que classificou como “o início do fim” o fato de Mano ter colocado o são-paulino Lucas para jogar sistematicamente nos minutos finais dos jogos.
– É o início do fim. Vão cair de maduro e sair de lá. Espero que o presidente Marin faça a limpeza necessária. Tem gente que nunca deveria ter ido para lá.
A falta de planejamento para tentar buscar o hexa no Mundial do Brasil foi citada por Lopes como um dos pontos falhos da gestão Mano Menezes.
– Estamos a dois anos da Copa do Mundo, e não consigo enxergar qualidade nesta comissão técnica para fazer o Brasil ser campeão. Gosto do Felipão, um técnico experiente, que já esteve lá, e sabe como funciona, e do Muricy Ramalho, um vencedor que conquistou títulos por onde passou nos últimos anos.
O nome de Muricy, tricampeão brasileiro pelo São Paulo e hoje no Santos, também foi defendido pelo vice-presidente de comunicação e marketing do clube. Em entrevista para a Rádio Bandeirantes, Julio Cesar Casares foi enfático.
– Eu apostaria no Muricy Ramalho. (R7)



























o cargo virou politíco e nada técnico…