Na denúncia, o MPF alega que Paulo Rocha usou sua assessora Anita Leocádia para sacar R$ 420 mil do Banco Rural, em uma tentativa de ocultar a origem dos recursos. Segundo o advogado, a assessora era alguém de confiança e não havia conhecimendo do ex-deputado de que a quantia era ilegal. “Por que carguas d´água uma cidadã vai em um banco e se identifica para fazer um crime?”, questiona.
Como outros réus, a defesa de Paulo Rocha tenta convencer os ministros do STF de que o dinheiro que o ex-deputado teria recebido de Marcos Valério foi empregado na quitação de dívidas de campanhas eleitorais. “Está fartamente comprovado nos autos o destino que ele deu para o dinheiro”, diz ele.
































